A jornalista Érika Leal morreu nesta terça-feira (7), em Brasília, após permanecer cerca de dois meses em coma em decorrência de um acidente doméstico. Repórter da Record Brasília há sete anos, ela construiu uma trajetória marcada pela cobertura de temas como política, economia, cultura e entretenimento.
Formada em Jornalismo pela Universidade Federal de Goiás (UFG), Érika também era mestre em Interpretação e Tradução de Idiomas pela University of Westminster, na Inglaterra. Fluente em inglês, utilizava o conhecimento para entrevistar fontes internacionais, produzir conteúdos bilíngues e auxiliar na tradução de informações durante a apuração de reportagens.
Antes de integrar a equipe da Record Brasília, a jornalista trabalhou por mais de sete anos no Grupo Bandeirantes de Comunicação, também na capital federal. No período, atuou como editora de texto e repórter, acompanhando pautas de interesse local, nacional e internacional.
Além da atuação na televisão, Érika Leal mantinha presença nas redes sociais, onde produzia conteúdo sobre gastronomia vegana e vegetariana por meio do perfil “Virando Veganas”, compartilhando receitas, dicas e informações sobre alimentação.
Ao longo da carreira, destacou-se pela versatilidade e dedicação ao jornalismo, atuando em diferentes áreas da comunicação e cobrindo temas de interesse público.
A morte da jornalista gerou manifestações de pesar entre colegas de profissão, amigos e profissionais da imprensa, que lembraram sua contribuição ao jornalismo e sua trajetória na comunicação brasileira.

