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Deputado que não pagou garota de programa tem histórico de calote com profissionais do sexo

Parlamentar já havia sido acusado em 2023 por outra GP

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O deputado federal Luciano Alves (PSD-PR), que se envolveu em uma confusão com garota de programa em Brasília nesta semana, já havia sido acusado de dar calote em um encontro com uma profissional do sexo em 2023.

Na época, segundo apuração do Metrópoles, uma garota de programa afirmou que passou cerca de 24 horas com o parlamentar, em um encontro que incluiu almoço, passeio por Brasília, ida a uma boate com outras pessoas do meio político e momentos íntimos.

De acordo com o relato, o deputado teria concordado em pagar pelo serviço, mas pediu que não falassem sobre valores durante o período em que estivessem juntos, sob a justificativa de manter a dinâmica de “vida de casal”.

Após o encontro, a mulher enviou a chave Pix para receber o pagamento de R$ 2,6 mil, mas não teve retorno imediato. O parlamentar teria dito que só poderia pagar no dia 20 daquele mês.

O valor, no entanto, nunca foi quitado, segundo a profissional, que classificou o episódio como calote.

*Caso mais recente*

O caso voltou a repercutir após nova ocorrência registrada na noite de quarta-feira (25), no Lago Sul, em Brasília. Segundo relatos o deputado abordou uma garota de programa e entrou no carro dela para negociar um programa. A mulher teria cobrado R$ 1 mil, mas houve desacordo sobre o valor.

A discussão evoluiu para troca de ofensas e, conforme testemunhas, o deputado teria reagido com agressividade, incluindo tapas. A assessora do parlamentar também se envolveu, com xingamentos e arremesso de um copo de cerveja contra a mulher.

A Polícia Militar informou que a vítima decidiu representar criminalmente por injúria, e todos os envolvidos foram levados à delegacia.

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