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Cinegrafista de Manaus abandona carreira e se alista para lutar na Guerra da Ucrânia

Amazonense integra a Legião Internacional de Defesa Territorial, criada pelo governo da Ucrânia para recrutar estrangeiros

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O cinegrafista amazonense Renato Belém Ramos, 38 anos, decidiu se alistar para integrar a Legião Internacional de Defesa Territorial, criada pelo governo da Ucrânia para receber combatentes estrangeiros. Ele compartilhou em suas redes sociais registros da viagem do Amazonas até o país europeu.

No post mais recente ele escreveu na legenda: “Partiu Manaus Brasil/🇧🇷 Manaus-campinas-Salvador-Ucrânia”. O grupo de brasileiros que aderiu à legião foi orientado a se reunir em Salvador (BA) antes do embarque oficial para a Ucrânia.

De acordo com outra publicação, ele chegou à Ucrânia no dia 28, quando publicou um vídeo da janela de um avião com o emoji da bandeira do país europeu.

Em seu perfil no Instagram ele, que é pai de dois filhos, costuma publicar conteúdos relacionados ao conflito iniciado em fevereiro de 2022, quando a Rússia lançou ataques contra o território ucraniano. Em uma das postagens recentes, ele publicou a foto de militares afirmando que aquela é a visão que o inimigo mais teme.

A ideia de se alistar começou em junho. Nesta época ele chegou a divulgar imagens de treinamentos preparatórios e um vídeo de um brasileiro falando sobre a experiência de ter se alistado para lutar no mesmo conflito.

Contexto da guerra

A invasão russa à Ucrânia começou em 24 de fevereiro de 2022, com bombardeios em várias regiões, incluindo a capital, Kiev. A possibilidade de adesão da Ucrânia à Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) foi apontada como uma das razões para o conflito. Desde então, o país perdeu cerca de 11% de seu território, segundo levantamento de instituições internacionais.

Dados recentes indicam que milhões de ucranianos foram deslocados, enquanto centenas de milhares de pessoas morreram ou ficaram feridas dos dois lados. Estimativas publicadas em relatórios internacionais apontam que, até meados de 2025, mais de 950 mil russos e cerca de 400 mil ucranianos haviam sido mortos ou feridos nos combates.

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