A busca por novas matrizes econômicas e o fortalecimento do setor mineral em Roraima têm sido pautas na atuação da deputada federal Helena da Asatur (PSD-RR). Recentemente, a parlamentar chamou a atenção para o potencial do estado no mercado de terras raras, um conjunto de 17 elementos químicos que servem de base para a fabricação de itens que vão de televisores a aparelhos de raio-X, e atuação para garantir redução da tarifa de energia em Roraima.
“As terras raras são essenciais para a transição energética e a indústria de alta tecnologia, e o Brasil, especialmente Roraima, pode se tornar um ator importante nesse mercado.”, afirmou Helena.
Para a parlamentar, existe um potencial econômico em Roraima. Desse modo, é preciso preparar a mão de obra local.
“Este é o momento do nosso estado deixar de ser visto apenas como fronteira e passar a ser reconhecido como polo de desenvolvimento mineral e energético no Norte do país. Por isso, é importante capacitar a nossa população para atuar nesse setor, diante da possibilidade de geração de emprego e renda no estado”, disse.
De acordo com Helena da Asatur, o compromisso é atuar para que os mecanismos de desenvolvimento econômico de Roraima se concretizem. “A ideia é atuar para que estratégias de promoção do desenvolvimento econômico do estado se tornem realidade”, completou.
Energia Elétrica
Helena da Asatur atuou para garantir a redução na tarifa de energia. A mobilização para barrar o reajuste de 24,13% começou após o anúncio da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).
Como membro titular da Comissão de Minas e Energia da Câmara, a parlamentar iniciou uma mobilização em Brasília. Ela se reuniu com o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, e cobrou soluções para aliviar o peso da tarifa.
Em seguida, a deputada apresentou e aprovou um requerimento na Comissão para tirar o debate da capital federal e trazê-lo para Boa Vista. A articulação resultou em uma mesa redonda no auditório do CREA-RR, realizada no dia 15 de maio, que reuniu diretores do Ministério, superintendentes da Aneel, além de técnicos da Roraima Energia, engenheiros eletricistas e órgãos de defesa do consumidor.
Devido ao impacto do encontro, a diretoria da Aneel se sensibilizou e, em votação, os diretores concordaram em revisar os cálculos e abaixar de 24% para 4% em Roraima.

