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Duda Ramos assina pedidos de CPI e CPMI para investigar escândalo do Banco Master

Deputado aderiu às duas iniciativas no Congresso que buscam apurar suspeitas de fraude bilionária envolvendo a instituição financeira

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O deputado federal Duda Ramos assinou os pedidos de abertura de uma CPI na Câmara dos Deputados e de uma CPMI no Congresso Nacional para investigar o caso envolvendo o Banco Master, alvo de apurações após denúncias de fraude bilionária ligadas à instituição financeira.

“Venho dialogando com colegas parlamentares em Brasília para fortalecer as investigações, o momento exige responsabilidade e compromisso com o país. E quero ressaltar que eu apoio a transparência do dinheiro público.” disse o parlamentar.

O pedido de CPI foi apresentado por parlamentares de diferentes partidos. Um dos autores é do Partido Socialista Brasileiro (PSB), que integra a base do governo federal, e outro é do Partido Liberal (PL).

As comissões propostas no Congresso buscam esclarecer os fatos, identificar responsáveis e apurar possíveis irregularidades envolvendo recursos e o sistema financeiro.

“A sociedade brasileira espera do Parlamento coragem para enfrentar grandes crises e impactos, e tomo isso como motivação em meu mandato. Onde houver suspeita consistente, deve haver investigação séria, firme e comprometida com a verdade.” disse.

Duda Ramos também mencionou impactos de casos envolvendo recursos públicos para estados que enfrentam dificuldades estruturais, como Roraima.

“O estado de Roraima ainda convive com os impactos da crise migratória na fronteira, dificuldades no atendimento à saúde pública e desafios na infraestrutura. Por isso, qualquer suspeita de desvio ou má gestão de recursos preocupa ainda mais, sigo me posicionando na Câmara dos Deputados.” afirmou.

Entenda o caso

O Banco Master e empresas do grupo, como o Will Bank, entraram em liquidação extrajudicial no final de 2025, após o Banco Central identificar um rombo bilionário nos balanços da instituição.

A Polícia Federal, na Operação Compliance Zero, apontou que o banco teria inflado o patrimônio com a venda de mais de R$ 12 bilhões em carteiras de crédito inexistentes.

O dono da instituição, Daniel Vorcaro, foi preso preventivamente em março de 2026, acusado de liderar um esquema de gestão fraudulenta e lavagem de dinheiro que teria causado prejuízos superiores a R$ 50 bilhões.

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