O partido Solidariedade ingressou no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com um Mandado de Segurança Cível pedindo a concessão de medida liminar relacionada à eleição suplementar para o Governo de Roraima, marcada para o próximo dia 21 de junho.
O processo, autuado sob o nº 0601023-15.2026.6.00.0000, foi protocolado na noite desta segunda-feira (15) e distribuído ao ministro Floriano de Azevedo Marques, relator do caso no TSE.
De acordo com os documentos anexados à ação, a legenda fundamenta o pedido em decretos de situação de emergência editados por municípios roraimenses afetados pelas fortes chuvas que atingem o estado. Entre os documentos apresentados estão decretos municipais, ofícios do Corpo de Bombeiros Militar de Roraima e comunicações relacionadas à situação enfrentada por diversas localidades.
Os anexos mencionam decretos de emergência nos municípios de Alto Alegre, Amajari, Bonfim, Iracema, Mucajaí, Normandia, Rorainópolis, São Luiz do Anauá e Uiramutã, além de documentos produzidos por órgãos estaduais que tratam dos impactos causados pelas chuvas intensas.
Embora o conteúdo integral da petição inicial não tenha sido detalhado nos documentos analisados, o conjunto de informações anexadas ao processo indica que o partido busca levar ao TSE argumentos relacionados aos efeitos da situação de emergência sobre a realização do pleito suplementar.
A ação foi apresentada seis dias antes da votação que definirá o novo governador de Roraima. O pleito foi convocado após cassação do governador Edilson Damião (União).
Até o momento, não havia decisão do relator sobre o pedido formulado pelo Solidariedade. O andamento do processo seguirá sob análise do Tribunal Superior Eleitoral.

