O Movimento Democrático Brasileiro (MDB) de Roraima afirmou, nesta quinta-feira (7), por meio de nota, que qualquer tentativa de construção política ou jurídica que permita candidaturas “fora dos padrões legais” na futura eleição suplementar ao Governo do Estado representará benefício indevido ao mesmo grupo político punido pela Justiça Eleitoral por crimes eleitorais cometidos em 2022.
A declaração consta em nota divulgada pela legenda após a decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que resultou na cassação da chapa de Antonio Denarium (Republicanos) e Edilson Damião (União). Segundo o MDB, a medida confirma o entendimento já adotado pelo Tribunal Regional Eleitoral de Roraima (TRE-RR) sobre irregularidades que comprometeram o equilíbrio do processo democrático no Estado.
O partido afirma que a ação julgada pelo TSE foi movida pelo próprio MDB em razão dos supostos crimes eleitorais praticados durante a campanha eleitoral de 2022. Na avaliação da sigla, as irregularidades afetaram a lisura do pleito e prejudicaram diretamente a então candidata emedebista ao Governo de Roraima, Teresa Surita.
Na nota, o MDB também declara que acompanhará atentamente as providências do TRE-RR para cumprimento da decisão do TSE e condução da eleição suplementar.
A legenda ainda defendeu esclarecimentos sobre regras da nova disputa, especialmente em relação aos critérios de distribuição e utilização dos recursos do fundo eleitoral público entre os futuros candidatos.
Por fim, o MDB afirmou que permanecerá vigilante para assegurar o cumprimento integral da legislação eleitoral durante o novo processo eleitoral em Roraima.


