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Leila do Vôlei se afasta do Senado após derrota nas urnas na tentativa de reeleição no DF

Senadora pediu licença até janeiro de 2027, quando termina o atual mandato, e não deve retornar à Casa; primeira suplente deverá assumir a cadeira.

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A senadora Leila do Vôlei (PDT-DF) decidiu se afastar das atividades parlamentares após não conseguir renovar o mandato nas eleições de domingo (4). O pedido de licença apresentado ao Senado abrange o período restante da atual legislatura e indica que a parlamentar não deverá retornar ao exercício do cargo antes do fim do mandato, em 31 de janeiro de 2027.

Leila formalizou o afastamento nesta segunda-feira (5). Os requerimentos apresentados pela senadora incluem períodos de licença para tratamento de saúde e, posteriormente, para tratar de interesses particulares, sem remuneração.

Com o afastamento, a representação do Distrito Federal no Senado sofrerá uma mudança ainda antes da posse dos parlamentares eleitos em 2026. A primeira suplente de Leila, Leany Lemos (PSB), deverá assumir a cadeira durante o período de licença.

Leila ficou fora das duas vagas

Leila buscava um segundo mandato consecutivo no Senado. Na eleição deste ano, entretanto, terminou a disputa no Distrito Federal na terceira colocação e ficou fora das duas vagas disponíveis.

A senadora recebeu 686.340 votos, correspondentes a 21,25% dos votos válidos. Michelle Bolsonaro (PL) e Bia Kicis (PL) conquistaram as duas cadeiras em disputa e assumirão mandatos de oito anos a partir de 2027.

Leila chegou ao Senado após ser eleita em 2018. Naquele pleito, recebeu 467.787 votos e iniciou o mandato em fevereiro de 2019.

Antes da carreira política, ganhou projeção nacional como jogadora de vôlei e integrou a seleção brasileira, participando de três edições dos Jogos Olímpicos.

Senado terá mudança antes da nova legislatura

O afastamento antecipado significa que Leila deverá encerrar, na prática, sua atuação no Senado meses antes do término formal do mandato.

Leany Lemos, primeira suplente da chapa eleita em 2018, deverá ocupar a vaga até o encerramento da legislatura, em janeiro.

A partir de fevereiro de 2027, a bancada do Distrito Federal será formada por Michelle Bolsonaro, Bia Kicis e Damares Alves (Republicanos), cujo mandato, conquistado em 2022, segue até 2031.

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