Moradores de Belém relatam que caminhões da coleta de lixo estariam circulando com apenas um coletor durante o serviço na capital paraense. A situação foi denunciada em redes sociais e aplicativos de mensagens, levantando questionamentos sobre a operação da limpeza urbana. Os relatos apontam possível redução de equipes em atividade. O caso passou a ser discutido entre moradores e trabalhadores do setor.
Segundo as denúncias, a dinâmica observada nas ruas envolve um único profissional responsável por tarefas que normalmente exigem mais de um trabalhador. Nas mensagens compartilhadas, moradores afirmam que a configuração pode gerar sobrecarga durante o deslocamento e na execução da coleta. Também há preocupação com a exposição dos trabalhadores ao trânsito urbano. A rotina de coleta exige atenção contínua e movimentação rápida entre vias.
Trabalhadores e moradores relatam que a suposta redução no número de coletores por veículo pode impactar diretamente a segurança da operação. Em ruas movimentadas, o embarque e desembarque de resíduos exige coordenação entre a equipe e o motorista. A atuação com equipe reduzida é apontada como fator de risco para acidentes. As denúncias mencionam ainda possível desgaste físico dos profissionais durante o serviço.
Cobrança por esclarecimentos
A repercussão mobilizou cobranças por esclarecimentos sobre o número de trabalhadores escalados por caminhão na coleta de lixo em Belém. As manifestações pedem informações sobre os critérios adotados na composição das equipes e as condições de trabalho durante as rotas. A atuação da empresa responsável pelo serviço, a Ciclus Amazônia, passou a ser questionada por moradores e profissionais da área.
A reportagem solicitou posicionamento da Prefeitura de Belém e da Ciclus Amazônia sobre as denúncias. Foram questionados o número mínimo de coletores por caminhão, possíveis alterações nas escalas e as medidas de segurança adotadas na operação. Até o momento da publicação, não houve resposta oficial das partes envolvidas.
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