InícioParáVereadora Pamela Wayne denuncia impedimento de fiscalização no Pronto-Socorro de Ananindeua

Vereadora Pamela Wayne denuncia impedimento de fiscalização no Pronto-Socorro de Ananindeua

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A vereadora Pamela Wayne (MDB) denunciou, por meio de vídeos postados nos stories de seu Instagram, que foi impedida de fiscalizar o Pronto-Socorro Municipal de Ananindeua. Segundo a parlamentar, que chegou ao local por volta das 20h acompanhada de assessores, sua entrada foi barrada por funcionários do hospital e, posteriormente, por integrantes da administração.

De acordo com Pamela Wayne, sua visita ao hospital tinha o objetivo de verificar as condições de atendimento e infraestrutura, em resposta às declarações do prefeito de que a unidade estava preparada para receber pacientes, incluindo casos de cirurgias eletivas e obstétricas. No entanto, ao chegar ao local, a vereadora afirmou que precisou aguardar do lado de fora por uma pessoa da administração do pronto-socorro.

“O papel do vereador é fiscalizar. Estou aqui para garantir que a população tenha o atendimento que merece. No entanto, estou sendo impedida de entrar no hospital, mesmo tendo esse direito garantido pela Constituição”, declarou Pamela em um dos vídeos publicados.

Vereadora denuncia que parlamentares da base do prefeito entraram na unidade

A vereadora relatou que foi informada de que a secretária de Saúde, Dayane Lima, estava a caminho para atendê-la, mas a demora fez com que ela continuasse aguardando do lado de fora. Pamela também denunciou que quatro vereadores da base do prefeito Daniel Santos (PSB) chegaram ao hospital e tiveram acesso livre às instalações, enquanto ela permanecia impedida de entrar.

“Se está tudo certo no pronto-socorro de Ananindeua, por que eu fui impedida de entrar? Por que os vereadores da base do prefeito tiveram acesso livre e eu não?”, questionou a vereadora.

A parlamentar afirmou ainda que solicitou entrar acompanhada de seu advogado para garantir sua segurança e seus direitos, mas o pedido foi negado. Nos vídeos, ela disse sentir-se coagida pela presença de pessoas que, segundo ela, não estavam ali em busca de atendimento, mas apenas para filmar e criar uma narrativa contrária ao que de fato estava acontecendo.

Confira o vídeo:

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