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Após pedido do MPE, Ruan Kenobby acusa ex-colegas de desvio de verba da Covid e lavagem de dinheiro

Manifestação surge após pedido de retorno do processo à fase de instrução

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Depois de o Ministério Público Eleitoral pedir a revisão da decisão que cassou mandatos por fraude à cota de gênero, o ex-vereador Ruan Kenobby publicou um texto nas redes sociais em que acusa ex-colegas do Democracia Cristã de envolvimento em desvio de recursos da Covid-19, em Pacaraima, e em lavagem de dinheiro durante o exercício do mandato parlamentar.

Na publicação, Ruan Kenobby afirma que um dos envolvidos teria desviado recursos públicos destinados ao enfrentamento da pandemia antes de assumir mandato, enquanto outro teria usado dinheiro do mandato para comprar veículos destinados à revenda por meio de empresa registrada em nome de terceiros.

“Se você teve um familiar que morreu de COVID 19 em Pacaraima, o vereador Roberto Franco fez parte disso diretamente lavando dinheiro em empresas fantasmas em Pacaraima”, afirma o ex-vereador em outro story.

Kenobby afirmou ainda que um dos ex-colegas está com diabetes e o outro tomando Rivotril. “Vale a pena tudo isso?”, questionou.

Em outro story, desta vez sem atribuir o nome de qual parlamentar se refere, Ruan fala sobre transferência de nome de titular de empresa. “O covarde transfere a empresa para o nome da mulher! Poxa ela não tem nada a ver, mas o inteligente prefere transferir a culpa do que ele fez”, denunciou.

Veja as publicações:

Fraude à cota de gênero

Ruan Kenobby é citado no processo que apura fraude à cota de gênero nas eleições municipais de 2024 e apresentou à Justiça Eleitoral uma confissão formal, anexada aos autos. No documento, ele descreve o esquema investigado e apresenta comprovantes de transferências bancárias, que foram utilizados como base para a decisão que resultou na cassação dos mandatos.

Apesar disso, o Ministério Público Eleitoral apontou falhas na forma como a sentença foi proferida. Segundo o órgão, a decisão foi tomada sem o parecer final obrigatório do MP e sem que os réus tivessem oportunidade de se manifestar sobre a confissão apresentada por Ruan Kenobby, o que motivou o pedido de anulação da sentença e o retorno do processo à fase anterior .

De acordo com o Ministério Público, a correção do rito é necessária para evitar que a decisão seja derrubada em instâncias superiores. Se o pedido for aceito, a cassação perde efeito temporariamente e o processo volta à fase de instrução.

Saiba mais:

Ex-vereador Ruan Kenobby detalha por escrito fraude à cota de gênero no DC ao TRE

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