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Servidores do Estado do Pará aprovam indicativo de greve geral; paralisação ocorrerá dia 3 de junho

órum Sindical convoca paralisação para o dia 3 de junho em frente à Alepa; servidores querem pressionar deputados por reajuste e não descartam greve por tempo indeterminado.

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Servidores públicos estaduais decidiram, em assembleia, aprovar um indicativo de greve geral após a falta de resposta do Governo do Pará sobre a reivindicação de reajuste salarial. A mobilização, articulada pelo Fórum Sindical dos Servidores Públicos do Estado do Pará (FSPEPA), convoca os trabalhadores para uma paralisação no próximo dia 3 de junho (terça-feira), a partir das 9h, em frente à Assembleia Legislativa do Pará (Alepa).

A manifestação tem como meta pressionar os parlamentares para que aprovem o projeto de lei que prevê o reajuste dos vencimentos dos servidores. A proposta será apresentada em plenário pela deputada Lívia Duarte (PSOL). Durante o ato, também está prevista a discussão e possível deliberação de uma greve geral por tempo indeterminado.

Reprodução / Redes Sociais

O movimento tem se ampliado nos últimos dias, com o apoio crescente de trabalhadores de diferentes secretarias estaduais. Na Universidade do Estado do Pará (Uepa), os servidores já iniciaram uma paralisação por tempo indeterminado. Outros órgãos também vêm realizando assembleias e cogitam aderir à greve.

Apesar da mobilização crescente, o governo estadual ainda não apresentou uma proposta concreta. Há apenas a sinalização de que uma audiência poderá ocorrer em junho, mas os servidores se mantêm céticos diante de promessas anteriores que não foram cumpridas. “Não podemos mais depender da disposição do governo. É preciso manter a mobilização ativa até que apresentem algo efetivo”, destacou o Fórum Sindical em nota oficial.

Os servidores prometem ocupar as galerias da Alepa no dia da manifestação para acompanhar a votação e pressionar os parlamentares. O slogan “Sem reajuste, não vai ter COP” foi adotado para reforçar o compromisso da categoria em continuar pressionando o governo, especialmente diante da visibilidade internacional que Belém terá em 2025, com a realização da Conferência do Clima (COP30).

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