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Como votaram os parlamentares do Pará na derrubada de veto do PL que libera criminosos dos atos golpistas de 2023

Saiba como se posicionou cada um dos 20 parlamentares paraenses na sessão que derrubou o veto de Lula ao projeto que reduz penas de condenados por atos contra o Estado

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Dos 20 parlamentares que compõem a bancada do Pará no Congresso Nacional, a maioria votou pela derrubada do veto ao projeto que beneficia os condenados pelos atos de 8 de janeiro de 2023. Ao todo, 11 deputados federais e o senador Zequinha Marinho (Podemos) foram favoráveis à redução das penas para crimes contra o Estado Democrático de Direito.

Na Câmara Federal, a lista dos que votaram contra o veto do presidente Lula inclui Antônio Doido (MDB), Delegado Caveira (PL), Delegado Éder Mauro (PL) e Dra. Alessandra Haber (Podemos). Também seguiram esse posicionamento os deputados Henderson Pinto (União Brasil), Joaquim Passarinho (PL), Júnior Ferrari (PSD), Keniston Braga (MDB), Olival Marques (Podemos) e Raimundo Santos (PSD).

No entanto, cinco parlamentares paraenses defenderam a manutenção da decisão do Poder Executivo na sessão desta quinta-feira (30). O senador Beto Faro (PT) e os deputados federais Airton Faleiro (PT), Celso Sabino (PDT), Dilvanda Faro (PT) e Elcione Barbalho (MDB) votaram para manter as punições conforme o texto original da lei de crimes contra a democracia.

Já o grupo dos que não registraram voto ou se ausentaram da sessão foi composto por quatro nomes. O senador Jader Barbalho (MDB) não participou da votação, assim como as deputadas Andreia Siqueira (PSB) e Renilce Nicodemos (MDB), além do deputado José Priante (MDB). O resultado nacional alcançou 318 votos na Câmara e 49 no Senado.

Mudanças na dosimetria

A derrubada do veto abre caminho para a promulgação do projeto de lei que altera a dosimetria de penas para quem atenta contra as instituições. A proposta, aprovada originalmente em dezembro de 2025, reduz o tempo de reclusão previsto para esses delitos. Antes da votação, uma manobra excluiu trechos que poderiam beneficiar criminosos comuns em outros casos.

Com a nova legislação, os processos judiciais dos envolvidos nas manifestações de 2023 passarão por revisão conforme os novos parâmetros de tempo de prisão. Eram necessários 257 votos de deputados e 41 de senadores para invalidar o veto presidencial, quórum que foi superado em ambas as casas. A medida agora aguarda os trâmites finais para entrar em vigor.

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