O resultado representa uma redução em relação ao segundo trimestre deste ano, quando a taxa estava em 5,4%, e ao mesmo período de 2025, quando o desemprego atingia 5,6%.
Segundo o levantamento, o número de brasileiros desempregados caiu para 5,6 milhões, uma redução de 4% em comparação com o trimestre anterior, equivalente a 234 mil pessoas a menos em busca de trabalho.
Na comparação com o terceiro trimestre de 2025, quando havia 6 milhões de desempregados, a queda foi de 6,9%, representando uma redução de 417 mil pessoas.
Brasil registra recorde de trabalhadores ocupados
A população ocupada no país chegou a 103,6 milhões de pessoas, o maior número registrado desde o início da série histórica da pesquisa.
O contingente apresentou crescimento de 0,6% em relação ao trimestre anterior, com a entrada de mais 581 mil pessoas no mercado de trabalho. Na comparação anual, o aumento foi de 1,2%, equivalente a aproximadamente 1,2 milhão de trabalhadores.
O nível de ocupação, indicador que representa a proporção de pessoas empregadas em relação à população em idade de trabalhar, também alcançou o maior patamar da série histórica, chegando a 59%.
No trimestre anterior, o percentual era de 58,8%. Já no mesmo período de 2025, o indicador estava em 58,7%.
Informalidade atinge 38,8 milhões de trabalhadores
Apesar da redução do desemprego, o número de trabalhadores informais chegou a 38,8 milhões no terceiro trimestre de 2026, correspondendo a 37,5% da população ocupada.
No trimestre anterior, a informalidade atingia 37,4%, com 38,6 milhões de pessoas nessa condição.
Na comparação com o mesmo período de 2025, quando a taxa era de 37,8%, o percentual apresentou redução, embora o número absoluto de trabalhadores informais tenha passado de 38,7 milhões para 38,8 milhões.
Rendimento médio chega a R$ 3.790
O rendimento real habitual dos trabalhadores brasileiros alcançou R$ 3.790 no terceiro trimestre de 2026, segundo o IBGE.
O valor permaneceu estável em relação ao trimestre anterior, mas apresentou crescimento de 3,6% na comparação com o mesmo período de 2025, equivalente a um aumento de R$ 131.
A massa de rendimento real habitual, que representa a soma dos rendimentos recebidos pelos trabalhadores, atingiu R$ 387,5 bilhões, o maior valor da série histórica.
Em relação ao trimestre anterior, houve crescimento de 1,5%, equivalente a R$ 5,6 bilhões. Na comparação anual, a alta foi de 4,7%, representando um acréscimo de R$ 17,5 bilhões.

