A confirmação da morte do jovem Matheus Ferreira Rocha, de 22 anos, mobilizou as cúpulas de segurança e lideranças políticas do Pará nesta segunda-feira. Após 11 dias de buscas e incertezas, o desfecho do caso gerou forte comoção social e cobranças por uma resposta célere do Judiciário estadual. A governadora Hana Ghassan Tuma utilizou canais oficiais para assegurar que o Estado empenha esforços totais na elucidação das circunstâncias do assassinato.
O caso ganhou repercussão devido ao longo período de desaparecimento do rapaz, que trabalhava como entregador na região metropolitana de Belém. Durante quase duas semanas, familiares e amigos realizaram campanhas nas redes sociais na tentativa de localizar o paradeiro do jovem morador de Ananindeua. Com o encontro do corpo, a investigação policial entrou em uma nova fase, concentrando-se agora no mapeamento da dinâmica e motivação do crime.

Em manifestação pública, a governadora Hana Ghassan destacou o sofrimento da família diante da espera prolongada e garantiu vigilância sobre cada passo do inquérito. A gestora enfatizou que a Polícia Civil está instruída a cruzar todos os dados técnicos para alcançar os culpados.
A mensagem de solidariedade foi estendida à mãe da vítima, reafirmando o compromisso governamental com o amparo aos parentes em meio ao cenário de luto.
“A Polícia Civil está investigando cada detalhe do caso para chegar aos responsáveis o mais rápido possível. Minha solidariedade à mãe, aos demais familiares e amigos do jovem Matheus”, declarou Hanna pela conta no X.

Quem também se manifestou quanto a necessidade de punição rigorosa foi o ex-governador Helder Barbalho em seus pronunciamentos sobre a perda de Matheus. O líder político ressaltou a confiança no trabalho técnico dos investigadores e a urgência na responsabilização dos envolvidos no homicídio. Para as autoridades, o esclarecimento dos fatos é prioridade para manter a ordem pública e a segurança na localidade onde o entregador atuava.
“Lamento profundamente a morte do jovem Matheus Ferreira da Rocha, em Ananindeua. Minha solidariedade a todos que o amava”, declarou o ex-governador Helder Barbalho pela rede social X.

Até o momento, a Polícia Civil mantém sigilo sobre detalhes específicos da investigação para não comprometer a identificação de possíveis suspeitos ou mandantes. Perícias técnicas e depoimentos de testemunhas estão sendo coletados para montar o quebra-cabeça que levou à morte do entregador após o sumiço. A expectativa da sociedade paraense é que o trabalho pericial apresente resultados concretos e prisões nas próximas horas de operação.


