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Prefeitura de Palmas doa terrenos para projetos de moradia popular que podem beneficiar 1.700 famílias

Projetos de habitação devem ser apresentados ao Ministério das Cidades para aprovação de construções

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Organizações sociais de luta pela moradia, que há anos enfrentavam dificuldades para viabilizar projetos habitacionais pela falta de áreas disponíveis, receberam nesta segunda-feira (1º) o compromisso da Prefeitura de Palmas para a doação de terrenos destinados à construção de moradias populares.

O anúncio foi feito durante evento no Paço Municipal, quando sete entidades receberam a declaração para futura doação das áreas. A medida pode viabilizar cerca de 1.700 novas unidades habitacionais, condicionadas à aprovação dos projetos de interesse social pelo Ministério das Cidades.

O secretário municipal de Habitação, Marlen Ribeiro, destacou o papel das associações no atendimento a famílias de baixa renda. “É fundamental reconhecer o papel das entidades, que representam os que mais necessitam de uma moradia digna. Só as organizações presentes hoje podem viabilizar 1.700 novas unidades habitacionais”, disse.

Cida Roseno, representante da Organização Mulheres Amigas do Bem, lembrou que a falta de terreno já havia inviabilizado o acesso a recursos em outras oportunidades. “Este compromisso é uma conquista que esperamos há tempos. Já perdemos um recurso, no passado, por falta de terreno. Agora, com a certeza da área, vamos inscrever novamente e esperamos construir 220 unidades no setor Santa Fé”, afirmou.

Veterano da luta por habitação, Bismarque Roberto, do Movimento Nacional de Luta por Moradia, também ressaltou o impacto da parceria. “Hoje foi consolidada uma parceria fundamental entre a Prefeitura e os movimentos populares. Acreditamos que essa parceria trará dignidade para mais de mil famílias”, declarou.

O prefeito Eduardo Siqueira Campos defendeu que a habitação seja tratada como política social integrada. “Habitação não é apenas tijolo e cimento. É dignidade, esperança e justiça social. Quem tem melhores condições sempre encontra meios de comprar ou alugar, mas a população de baixa renda precisa do apoio do poder público. Garantir uma moradia digna para essas famílias é um compromisso que assumimos não por conveniência, mas por convicção”, afirmou.

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