O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aprovou nesta quinta-feira 26 a federação entre União Brasil e PP, permitindo que os partidos passem a atuar juntos em todo o país como se fossem uma única sigla.
O Tribunal Superior Eleitoral validou por unanimidade a criação da chamada Federação União Progressista. A decisão confirma que as duas legendas cumpriram as regras exigidas para esse tipo de união.
Com o registro, União Brasil e PP terão atuação conjunta no Congresso, nas assembleias e nas câmaras municipais. Diferente das coligações, esse modelo exige alinhamento nacional e tem duração mínima de quatro anos.
Hoje, a federação reúne 109 deputados federais e cerca de 15 senadores, além de governadores e prefeitos em diferentes estados. Esses números ainda podem mudar durante a janela partidária.
Apesar da aprovação, o tribunal determinou ajustes em dois pontos do estatuto. Um deles trata da recondução sem limite de dirigentes, que deverá respeitar regras de renovação periódica. O outro envolve decisões internas que precisam garantir direito de defesa.
A formação da federação enfrentou resistência dentro do próprio União Brasil por causa de disputas regionais. O deputado Mendonça Filho chegou a pedir a revisão do acordo, citando impasse sobre apoio à governadora Raquel Lyra.
Após a decisão, o presidente do União Brasil, Antonio Rueda, afirmou que a união marca o início de uma nova fase de atuação conjunta no país.
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