O consumo de gás natural no Pará dobrou em 2025, alcançando mais de 708 milhões de metros cúbicos movimentados pela Companhia Gás do Pará (GdP), alta de 105% em relação ao primeiro ano de operação. Para 2026, a empresa prevê aumento adicional com o início da geração da Usina Termelétrica Novo Tempo, em Barcarena, e expansão do abastecimento industrial na Região Metropolitana de Belém.
A ampliação do consumo foi impulsionada por novos clientes industriais e pela entrada do setor termelétrico no mercado de gás. A UTE Novo Tempo, apontada como a maior termelétrica do Estado, opera movida a gás natural e deve integrar o Sistema Interligado Nacional, com energia suficiente para atender 10% da demanda da Região Norte e 25% do território paraense.
A companhia também estruturou um projeto de gasoduto virtual para abastecer municípios da Região Metropolitana de Belém a partir deste ano, iniciando por Ananindeua, Benevides e Castanhal.
“O ano de 2025 foi um ano de consolidação da Gás do Pará no setor de distribuição de gás natural. Um esforço que nos levou a ter aumento na distribuição de 105%. Seguimos na missão de levar gás a todo o Pará, seguindo a determinação do governador Helder Barbalho e da vice, Hana Ghassan. Em 2026, vamos crescer ainda mais, ampliando nosso atendimento à sociedade paraense”, afirmou Fernando Flexa Ribeiro, diretor-presidente da Companhia de Gás do Pará.
Além da expansão do fornecimento industrial e da geração de energia, o Estado aguarda o pré-lançamento do gás natural veicular (GNV) no primeiro trimestre de 2026. A companhia trata o GNV como alternativa mais econômica para motoristas e passageiros, com impacto esperado no volume total distribuído.
Veja também:
Prefeito de Breu Branco é eleito presidente da Federação das Associações de Municípios do Pará
Acesse o nosso perfil no Instagram


