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Vereador critica transferência de oficial após uso de viatura da PM em ida de alunos a casa de prostituição

Parlamentar critica mudança do tenente-coronel para função superior e diz que vai acionar novamente o Ministério Público

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O vereador Fernando Silva (Republicanos) contestou a decisão da Polícia Militar de Rondônia de transferir o tenente-coronel Jefferson Wesley Adorno de Oliveira para o Comando de Policiamento Especializado (CPE), em Porto Velho, após a denúncia de que alunos do Curso de Operações de Fronteira foram levados a uma casa de prostituição em Nova Mamoré utilizando uma viatura oficial. O vereador afirmou que pretende formalizar nova denúncia ao Ministério Público nesta segunda-feira, 10.

A Portaria nº 8760 determina a transferência “ex officio” do tenente-coronel Adorno, estabelece procedimentos para atualização cadastral e orienta o registro da movimentação funcional. O documento é assinado pelo comandante-geral da PMRO, coronel Regis Wellington Braguin Silverio.

Silva afirmou que a realocação do oficial vai na direção contrária do que se espera em um caso que ainda precisa ser esclarecido. Segundo ele, em vez de perder responsabilidades, o comandante do BPFRON foi deslocado para uma função considerada superior.

“Esse oficial não caiu para baixo, ele caiu para cima”, disse o vereador, ao criticar a nomeação para o CPE, unidade que coordena todos os batalhões especializados.

O parlamentar também questionou a forma como o Comando-Geral conduziu a resposta institucional após a denúncia. “Eu não sei que tipo de comando geral a gente tem nessa Polícia Militar”, afirmou. Ele mencionou ainda o governador Marcos Rocha e o secretário de Segurança, coronel Vital. “Como que você tira um comandante de um batalhão e coloca ele em um local superior ao que estava antes”, indagou.

Silva disse que as imagens que circulam sobre o episódio reforçam a necessidade de uma apuração rigorosa da conduta do oficial. Ele comparou a situação com o tratamento que, segundo ele, seria dado caso o envolvido fosse um praça. “Se fosse um sargento, essa hora estaria preso, atrás das grades, tendo que gastar com advogado”, declarou.

Veja o vídeo:
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