janeiro 1, 2026
InícioAmazonasPL aprovado pela Aleam proíbe contratação de provedores condenados por crimes cibernéticos...

PL aprovado pela Aleam proíbe contratação de provedores condenados por crimes cibernéticos e fake news

Publicado em

A Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam) aprovou por unanimidade nesta terça-feira, 11, o Projeto de Lei nº 630/2023, de autoria do deputado estadual Wilker Barreto (Cidadania), que visa combater as fake news no estado.

O projeto proíbe a vinculação do Poder Público Estadual, em todas as suas esferas, com portais, blogs, provedores de conteúdo e serviços de informação na internet, bem como com pessoas físicas condenadas por crimes cibernéticos e propagação de matérias falsas com decisão transitada em julgado.

Ainda segundo o PL, a vedação do recurso público ao tal provedor de conteúdo se estenderá pelo período de oito anos subsequentes ao trânsito em julgado da decisão condenatória. Com a propositura, o erário público terá a garantia de materiais institucionais em veículos de credibilidade, e que propagam o jornalismo sério e com credibilidade. Para Barreto, a aprovação do projeto é um marco no combate à rede de notícias falsas, que desinforma o cidadão.

“A partir da sanção do Governo, quem praticar ato de fake news, e for comprovada sua condenação em primeira e segunda instâncias, ficará proibido de ser contratado pelo serviço público estadual. Isso é um avanço para o fim desta indústria e tenho certeza que muitas casas legislativas irão copiar”, comemorou o autor da propositura.

Wilker ainda afirmou que defende a divulgação das instituições, como dos Executivos Estadual, Municipal, bem como dos demais Poderes, uma vez que essas ações são responsáveis por dar transparência e informar a sociedade. Porém, as propagações destes materiais devem prezar por veículos fidedignos, pois isto demonstra respeito ao recurso e à população.

“Eu respeito o bom jornalismo, sou a favor da imprensa livre, nós temos excelentes portais de notícias no Amazonas, sérios e que prestam o bom serviço, mas existe meia dúzia que não trabalha assim, que não vive a essência do jornalismo. Não podemos permitir que o dinheiro público possa ser empregado em provedores de conteúdo que não tem compromisso com a verdade, nós temos uma obrigação para com o povo, e entidades como essas que crescem fazendo mentira não podem prestar serviço para o ente público. Esta propositura é um avanço”, finalizou.

Foto: Divulgação

spot_img

Últimos Artigos

Vira Pará reúne milhares de pessoas no Mangueirão com shows nacionais

Na noite da virada para 2026, uma grande festa pública de réveillon no estacionamento...

Médicos preveem alta hospitalar de Jair Bolsonaro e retorno à Superintendência da PF nesta quinta-feira

Médicos responsáveis pelo acompanhamento do ex-presidente Jair Bolsonaro, internado desde a véspera de Natal...

Políticas sociais de Boa Vista atenderam 60 mil pessoas em todas as fases da vida em 2025

A prefeitura de Boa Vista divulgou, nesta quarta-feira (31), que, por meio da Secretaria...

UFPA abre inscrições para mais de 30 programas de mestrado e doutorado

A Universidade Federal do Pará (UFPA) tornou pública as novas oportunidades de ingresso em...

Mais como este

Vira Pará reúne milhares de pessoas no Mangueirão com shows nacionais

Na noite da virada para 2026, uma grande festa pública de réveillon no estacionamento...

Médicos preveem alta hospitalar de Jair Bolsonaro e retorno à Superintendência da PF nesta quinta-feira

Médicos responsáveis pelo acompanhamento do ex-presidente Jair Bolsonaro, internado desde a véspera de Natal...

Políticas sociais de Boa Vista atenderam 60 mil pessoas em todas as fases da vida em 2025

A prefeitura de Boa Vista divulgou, nesta quarta-feira (31), que, por meio da Secretaria...