Uma turista precisou de atendimento de urgência após cair de um trapiche na Ilha de Cotijuba e relatou que o posto de saúde local não tinha ambulância, lancha nem computador para viabilizar a transferência a um hospital de referência.
O caso ocorreu no fim de semana de Carnaval, período de grande movimentação de visitantes na ilha. A vítima caiu de uma altura aproximada de três metros e foi levada à unidade com suspeita de fratura na bacia e dores intensas na lombar.
Na chegada, segundo o relato, familiares e acompanhantes foram informados de que não havia ambulância em funcionamento, nem embarcação para remover pacientes até o continente. Também não existiria computador ativo para registrar o pedido de regulação e encaminhamento.
Em vídeo publicado nas redes sociais, a mulher afirmou que precisava ser transferida com urgência para o Hospital Metropolitano de Urgência e Emergência, onde faria exames como raio-x. De acordo com ela, o processo não foi iniciado porque o sistema da unidade não permitia formalizar a solicitação.
A turista acrescentou que recebeu atendimento dos profissionais de plantão. Conforme a narrativa, equipes buscavam alternativas e chegaram a mencionar apoio do Corpo de Bombeiros, mas a saída dependia da liberação oficial da transferência.
Na manhã desta segunda-feira, 16, a vítima informou nas redes que conseguiu seguir para Belém após a ajuda de conhecidos que auxiliaram na agilização do procedimento.
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